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Arte pra Quem? – 3ª Bienal Internacional de Grafite Fine Art

“Um Labirinto místico
onde os grafites gritam”, e vão gritar mais alto!

Até que existe um pouco sim, Criolo! 😉

Clique na imagem para a Págnina oficial da 3ª Bienal Internacional de Grafite Fine Art

A Cidade de São Paulo oferece mais uma enorme ‘bola dentro’ pra todos nós, habitantes ou visitantes. Desde sábado passado, 18/04, está aberta a terceira edição da Bienal Internacional do Grafite Fine Art no Pavilhão das Culturas Brasileiras no Parque do Ibirapuera, a Bienal É GRATUITA e funciona até 19/05. Vocês já conheceram minha paixão por esta cultura em outras ocasiões, e sabem por que eu falo dela aqui:

“DE DENTRO PARA FORA” – O CHOQUE CULTURAL
ARTE PRA QUEM? – MAIS CHOQUE, MAIS CULTURA

A organização da exposição e os 60 artistas nacionais e internacionais envolvidos apresentam suas técnicas e seus novos conceitos como fine art, mas sem nunca deixar de apontar para fora.

Fotografia: Henrique Madeira

Os responsáveis pela expo tem um objetivo muito claro de utilizar a oportunidade como forma de divulgar e trazer maior visibilidade para os outros milhares de artistas que estão diariamente produzindo suas obras nos muros e nas ruas da cidade, os próprios artistas que hoje expõem nas galerias ao redor do mundo, começaram e ainda produzem nas ruas. Apesar de toda a repressão.

O Grafite vem ganhando cada vez mais espaço na cidade. Artistas que batalharam, e ainda o fazem, pela livre expressão de suas idéias e sentimentos, que batalharam para conquistar e compartilhar suas vozes além de oferecer esse espaço para dar voz às esferas mais oprimidas e periféricas da sociedade, hoje recebem (em parte) a notoriedade e o reconhecimento que sempre mereceram.

O Grafite emerge como um fenômeno tipicamente urbano que emana daqueles que são carentes não apenas das estruturas básicas de sobrevivência, mas carentes de arte, de cultura, de liberdade de expressão e da apropriação da própria identidade.

“A gente não quer só comida, a gente quer comida diversão e Arte”

É inerente ao grafite um constante movimento dialético, quanto mais inserido nas galerias e nos espaços fechados, mais se fortalece o grafite em sua essência, externa e democrática.

Bora ae?

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